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Simbrasil Leiteiro é destaque em revista na Colômbia

Vem do Brasil, o simbrasil que produz mais leite




Criador brasileiro seleciona há 27 anos o simbrasil de dupla aptidão adaptado às condições de clima, solo e pastagens tropicais das Américas. Essa genética tem rompido as fronteiras e contribuído para a formação de rebanhos na Colômbia, Panamá e Costa Rica.






Desenvolvida a partir de 1950, o simbrasil é uma raça sintética brasileira formada com 5/8 de sangue simental (bos taurus) e 3/8 de sangue de raças zebuínas (Bos indicus) nelore, guzerá, indubrasil, gir, tabapuã e sindi e foi reconhecida pelo Ministério da Agricultura do Brasil em 1989. No mundo a raça equivalente ao simbrasil é a simbrah.
Os brasileiros buscaram com esta raça produzir bovinos com a produtividade do sangue europeu e com a rusticidade do zebu nacional, considerado o melhor do mundo. Um bovino de ótima capacidade para produção de carne às condições das pastagens tropicais extensivas.
No entanto, em 1987, o criador Dudu Silveira, da Fazenda Santa Rita, em São Manuel, no Estado de São Paulo, deu início à seleção do simbrasil de dupla aptidão, buscando no plantel cruzado de simental de sua família e em outras 50 fazendas de todo o País vacas com altas produções de leite.
Assim, formou um plantel de alta produtividade para exploração intensiva, mantido no mesmo manejo das raças especializadas para leite. Com 30 lactações controladas, os números do rebanho são surpreendentes. Segundo os dados oficiais, as novilhas de primeira cria, fecharam as lactações com média de 5.500 kg de leite produzidos em 305 dias. As vacas ficaram entre 7.800kg e 12.000 mil quilos por lactação. A média de produção do rebanho fechou está em 27kg/leite/dia. Esse controle leiteiro do rebanho é oficial, feito pela Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa, credenciada pelo Ministério da Agricultura.






Estas matrizes vêm de mais de uma dezena de linhagens diferentes. Na primeira fase foram utilizadas as melhores matrizes mais produtivas do plantel em cruzamentos com touros puros e cruzados que melhoravam a produção de leite de suas filhas. E foram desenvolvidas linhagens mais modernas através da coleta de embriões de vacas simental campeãs em torneios leiteiros com produção acima de 50 quilos de leite por dia. Sempre utilizando nesses acasalamentos touros gir das melhores linhagens leiteiras provados para o melhoramento de leite.
A opção pelo gir, conta Dudu Silveira, tem a finalidade de aumentar a rusticidade e manter a pelagem vermelha. Também foram desenvolvidas linhagens utilizando vacas gir com touros simental testados para melhoramento leiteiro.
Muitas destas matrizes provadas para a produção de leite já estão com suas filhas também controladas, assim como os touros com sêmên disponível vem de matrizes controladas e algumas de filhas já dispõem deste controle oficial de produção. "A eficiência de uma seleção se mensura com números. E é isso que sempre fizemos", diz Dudu Silveira.
Após estes 27 anos de seleção, ele projeta alguns objetivos para o seu rebanho. Em regime de pasto, a produção das vacas deve variar entre 10 quilos e 20 quilos de leite por dia e produzir também carne. Elas devem atingir entre 500 quilos a 700 quilos de peso vivo. Desmamar bezerros entre o sétimo e o oitavo mês pesando em média 250 quilos. E se o desmame for prorrogado até os 10 meses, para aproveitar um período maior de lactação, esses bezerros devem atingir 300 quilos.
As novilhas devem estar aptas para a reprodução a partir dos 15 meses e devem produzir em média um bezerro por ano e serem produtivas até os 12 anos de idade. No descarte devem pesar em torno de 20 arrobas, rendendo mais que um boi no abate.
Os machos devem estar prontos para o abate entre 28 meses e 30 meses de idade, pesando acima de 16 arrobas.
No desenvolvimento e ganho de peso, seu rebanho é avaliado dentro do Programa de Melhoramento Genético da Associação Brasileira de Criadores das Raças Simental e Simbrasil, através do desempenho individual, da progênie e da matriz de parentesco.
"Estou selecionando animais de dupla aptidão, portanto eles têm que apresentar índices melhoradores para a produção de leite e de carne ao mesmo tempo", diz Dudu.






A genética do rebanho Dusimbrasil, está presente em vários países das Américas Central e do Sul, além do rebanho brasileiro. Mais de 500 embriões dos seus animais foram comercializados para 10 clientes do Panamá e Costa Rica e para criadores da Colômbia foram vendidos outros 800 embriões. Também foram comercializadas cerca de duas mil doses de sêmen dos seus principais touros para formação e melhoramento de planteis nestes países que tem características de clima, solo e pastagens semelhantes às regiões de produção de pecuária no Brasil.






Viene de Brasil, el simbrasil que produce más leche







Criador brasileño selecciona desde hace 27 años el simbrasil de doble aptitud adaptado a las condiciones de clima, suelo y pasturas tropicales de las Américas. Esa genética ha roto las fronteras y contribuido a la formación de rebaños en Colombia, Panamá y Costa Rica.





Desarrollada a partir de 1950, el simbrasil es una raza sintética brasileña formada con 5/8 de sangre semental (bos taurus) y 3/8 de sangre de razas cebuinas (Bos indicus) nelore, guzerat, indubrasil, gir, tabapuan y sindi y fue reconocida por el Ministerio de la Agricultura de Brasil en 1989. En el mundo la raza equivalente al simbrasil es la simbrah.
Los brasileños buscaron con esta raza producir bovinos con la productividad de la sangre europea y con la rusticidad del cebú nacional, considerado lo mejor del mundo. Un bovino de óptima capacidad para la producción de carne a las condiciones de las pasturas tropicales extensivas.
Sin embargo, en 1987, el criador Dudu Silveira, de la Hacienda Santa Rita, en São Manuel, en el Estado de San Pablo, empezó a seleccionar el simbrasil de doble aptitud, buscando en el plantel cruzado de semental de su familia y en otras 50 haciendas de todo el país vacas con altas producción de leche.
Así, formó un plantel de alta productividad para explotación intensiva, manteniendo en el mismo manejo de las razas especializadas para leche. Con 30 lactaciones controladas, los números del rebaño son sorprendentes. Según los datos oficiales, as novillas de primera cría, encerraron las lactaciones con un promedio de 5.500 kg de leche producidos en 305 días. Las vacas quedaron entre 7.800kg y 12.000 mil quilos por lactación. El promedio de producción del rebaño encerró en 27kg/leche/día. Ese control lechero del rebaño es oficial, hecho por la Asociación Paranaense de Criadores de Bovinos de la Raza Holandesa, acreditada por el Ministerio de la Agricultura.






Estas matrices vienen de más de una decena de linajes diferentes. En la primera fase fueron utilizadas las mejores matrices más productivas del plantel en cruces con toros puros y cruzados que mejoraban la producción de leche de sus hijas. Y fueron desarrollados linajes más modernos a través de la colecta de embriones de vacas semental campeonas en torneos lecheros con producción que supera 50 quilos de leche por día. Siempre utilizando en esos apareamientos toros gir de los mejores linajes lecheros probados para el mejoramiento de la leche. La opción por la raza gir, cuenta Dudu Silveira, tiene la finalidad de aumentar la rusticidad y mantener el pelaje rojo. También fueron desarrollados linajes utilizando vacas gir con toros semental testados para mejoramiento lechero.
Muchas de estas matrices probadas para la producción de leche ya están con sus crías también controladas, así como los toros con semen disponible vienen de matrices controladas y algunas de sus crías ya disponen de este control oficial de producción. "La eficiencia de una selección se mensura con números. Y eso es lo que siempre hicimos", dice Dudu Silveira.
Tras estos 27 años de selección, él proyecta algunos objetivos para su rebaño. En régimen de pasto, la producción de las vacas debe variar entre 10 quilos y 20 quilos de leche por día y producir también carne. Ellas deben alcanzar entre 500 a 700 quilos de peso vivo. Destetar becerros entre el séptimo y octavo mes pesando en media 250 quilos. Y si el destete es prorrogado hasta los 10 meses, para aprovechar un período mayor de lactación, esos becerros deben alcanzar 300 quilos.
Las novillas deben estar aptas para la reproducción a partir de los 15 meses y deben producir en promedio un becerro por año y ser productivas hasta los 12 años de edad. En el descarte deben pesar alrededor de 20 arrobas, rindiendo más que un buey en el sacrificio.
Los machos deben estar listos para el sacrificio entre 28 meses y 30 meses de edad, pesando más de 16 arrobas.
En el desarrollo y gano de peso, su rebaño es evaluado dentro del Programa de Mejoramiento Genético de la Asociación Brasileña de Criadores de las Razas Semental y Simbrasil, a través del desempeño individual, de la progenie y e la matriz de parentesco.
"Estoy seleccionando animales de doble aptitud, sin embargo ellos tienen que presentar índices mejoradores para la producción de leche y de carne al mismo tiempo", dice Dudu.






La genética del rebaño Dusimbrasil, está presente en varios países de las Américas Central y del Sur, además del rebaño brasileño. Más de 500 embriones de sus animales fueron comercializados para 10 clientes de Panamá y Costa Rica y para criadores de Colombia fueron vendidos otros 800 embriones. También fueron comercializadas cerca de dos mil dosis de semen de sus principales toros para formación y mejoramiento de planteles en estos países que tienen características de clima, suelo y pasturas semejantes a las regiones de producción de ganadería en Brasil.



   
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